Parece que foi ontem, mas a nun nasceu lá em 2015, em Balneário Camboriú, onde segue até hoje. Desde o começo, a ideia sempre foi fazer parte de uma mudança que a gente acredita ser importante: repensar valores, provocar conversas e olhar pro mundo de um jeito mais humano.

A história da marca nasceu muito da curiosidade e também da necessidade, claro, de explorar esse mundo com mais cor, mais atenção e, sempre que der, mais diversão. A gente ama moda, história da arte e, mais ainda, a cultura queer e todas as questões sociais que atravessam o nosso dia a dia. 

Nunca foi sobre definir o que alguém deve pensar, mas sempre sobre levantar questões, abrir conversas e criar espaço pra outros olhares. Em cada peça, a gente enxerga a oportunidade de carregar uma mensagem e ao longo dos anos, nossa estética, modelagem e até a forma como enxergamos a marca foram mudando. E ainda bem.

Poxa, a pandemia foi um daqueles momentos que mudaram tudo e a gente precisou se reinventar na forma de operar e passamos a produzir nós mesmos sob demanda. No meio desse processo, descobrimos uma forma mais consciente de produzir sem a necessidade de colocar grandes quantidades no mundo e correr o risco de vê-las paradas.

Hoje, a NUN conversa cada vez mais de perto com a música, festivais, com artistas e  pessoas que querem viver aquilo que vestem. E talvez seja isso, que continue movendo a gente depois de todos esses anos: criar peças pra momentos que ficam.

Porque roupa passa por muita coisa.

Às vezes, passa pela pele.

Às vezes, passa por uma pista de dança.

E algumas vezes, passa pela nossa história.